5 de out de 2014

Jean Val Jean: Era miserável, roubou dois pães para dar a duas crianças. Foi preso! Injustiçado. Humilhado e torturado! Sofreu muito! Fugiu, foi excluído! Lutou na vida. Ficou muito rico! O coração não mudou! Ajudou OS MISERÁVEIS. (...) VALE A PENA LER! UMA HISTÓRIA! MUITA EMOCÃO! LEIA!

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Planos de aula ROSA ELSA - 1.ªSEMANA DE OUTUBRO/2014

    Planos de aula
ROSA ELSA
Escola:
ROSA ELSA
Semana:
1.ª/OUTUBRO
Professor: Elemar Gomes
LEITURAS:
Ø VEM AÍ: 60ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE.
ANO: NONO
TURMA: 92
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
CONTEÚDOS
PERÍODO
OBJETIVOS
ü VIDA E OBRAS DE LUIS DILL;
ü ESTUDO SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS:
ü CONCEITOS;
ü EXEMPLOS;
ü EXERCÍCIOS E;
ü TRABALHO.
4
- CARACTERIZAR OS TEXTOS DE ACORDO COM O GÉNERO AO QUAL PERTENCEM, IDENTIFICANDO O ASSUNTO, IDEIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS, AS INTENÇÕES DO AUTOR, O PROVÁVEL DESTINATÁRIO E SUAS INFORMAÇÕES PRESSUPOSTAS OU SUBENTENDIDAS. - DESENVOLVER E VALORIZAR OS HÁBITOS DE LEITURA E APRECIAÇÃO CRÍTICA.
ANO: QUARTO
TURMA: 41
CURRÍCULO
CONTÚDOS
PERÍODO
OBJETIVOS
      Ø   ATIVIDADES LÚDICAS:
 Ø   LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL.
  Ø   EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA COM ADIÇÃO E MULTIPLICAÇÃO.
4
ACRESCENTAR, AMPLIAR, ANALISAR,  BRINCAR, COMPREENDER, CONSTRUIR, COORDENAR, CRESCER, DESPERTAR, DIVERTIR, PRATICAR, PROBLEMATIZAR, SOCIALIZAR, USUFRUIR, ...


Planos de aula THEÓPHILO SAUER - 1.ª SEMANA DE OUTUBRO/2014

Planos de aula
THEÓPHILO SAUER
Escola: THEÓPHILO SAUER
Semana:
1.ª setembro/14
Professor: Elemar Gomes
  • 60.ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE - 2014
  Ø   Vem aí: MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO;
SÉRIE: NONA
Turma: 91
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
       Ø   VIDA E OBRAS DE ROSANA RIOS;
       Ø   ESTUDO SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS:
       Ø   CONCEITOS;
       Ø   EXEMPLOS;
       Ø   EXERCÍCIOS E;
       Ø   TRABALHO.
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.
SÉRIE: SÉTIMA
Turma: 92
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
       Ø   VIDA E OBRAS DE ROSANA RIOS;
       Ø   ESTUDO SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS:
       Ø   CONCEITOS;
       Ø   EXEMPLOS;
       Ø   EXERCÍCIOS E;
TRABALHO.
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.
SÉRIE: SEXTA
Turma: 93
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
       Ø   VIDA E OBRAS DE ROSANA RIOS;
       Ø   ESTUDO SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS:
       Ø   CONCEITOS;
       Ø   EXEMPLOS;
       Ø   EXERCÍCIOS E;
TRABALHO.
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.


ESTUDO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS

Orações Subordinadas
Período composto por subordinação
    No período composto por subordinação sempre aparecem dois tipos de oração: oração principal e oração subordinada.
O período:
“Todos esperam sua volta”.
    É um período simples, pois apresenta uma única oração. Nele podemos identificar:
Todos (suj.) esperam (v.t.dir.) sua volta. (obj. direto)
Se transformarmos o período simples acima em um período composto, teremos:
Todos esperam que você volte.
1ª oração: Todos esperam
2ª oração: que você volte
    Nesse período, a 1ª oração apresenta o sujeito todos e o verbo transitivo direto esperam, mas não apresenta o objeto direto de esperam. Por isso, a 2ª oração é que tem de funcionar como objeto direto do verbo da 1ª oração.
Verificamos, então, que:
I. a 1ª oração não exerce, no período acima, nenhuma função sintática. Por esse motivo ela é chamada de oração principal.
II.
a 2ª oração depende da 1ª, serve de termo (objeto direto) da 1ª e completa-lhe o sentido. Por esse motivo, a 2ª oração é chamada de oração subordinada.
Resumindo:
* Oração principal: é um tipo de oração que no período não exerce nenhuma função sintática e tem associada a si uma oração subordinada.
* Oração subordinada: é toda oração que se associa a uma oração principal e exerce uma função sintática (sujeito, objeto, adjunto adverbial etc.) em relação à oração principal.
Orações subordinadas substantivas
    Inicialmente, diga-se que são aquelas orações subordinadas que exercem as seguintes funções: sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto, exemplos:
“Insinuou nada conhecer”.
“Pediu que se fizesse silêncio”.
As orações subordinadas substantivas podem ser de seis espécies:
1ª. Subjetivas: são aquelas que exercem a função de sujeito em relação à outra oração. Exemplos:
“Importa estudar continuamente”.
“Sabe-se que a situação econômico-financeira ainda vai ficar pior”.
“Convém que não saias da classe”.
Facilita encontrar o sujeito de uma oração interrogar o verbo da oração:
Importa o que? O que se sabe? O que convém?
2ª. Objetivas diretas: são aquelas que exercem a função de objeto direto de outra oração.
“Temo que Marcos saia ferido”.
“Pedi que saíssem da sala”.
    Observa-se que o objeto direto é identificado da seguinte maneira: quem confia, confia em alguma coisa; quem sabe, sabe de alguma coisa; quem espera, espera alguma coisa; e assim por diante.
As locuções: tenho medo, estou com esperança e sou de opinião ou ele é de opinião têm força transitiva direta, isto é, são equivalentes a verbos transitivos diretos: temer, esperar, opinar. Se estas expressões vierem acompanhadas de preposição de antes da conjunção que, as orações já não serão objetivas diretas, mas completivas nominais:
Tenho medo de que ele não resista ao interrogatório.
Estou com esperança de que ele saia vitorioso.
Estou com receio de que não ocorra o jogo.
3ª. Objetivas indiretas: são aquelas que exercem a função de objeto indireto de outra oração, isto é, ligam-se à oração principal mediante preposição. Exemplos:
“Cláudia não gostou das provocações e insinuações”.
“O acidente obstou a que chegássemos mais cedo”.
“O jovem obedeceu a todos que lhe são superiores”.
    A identificação do objeto indireto é realizada mediante o seguinte procedimento: quem precisa, precisa de alguma coisa; quem gosta, gosta de alguma gosta; quem obedece, obedece a alguma coisa; e assim por diante.
4ª. Completivas nominais: são aquelas que completam o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio. Ex:
“Ivo tinha esquecido de que sua proposta não agradara”.
“Alencar estava esperançoso de que tudo se resolveria”.
“A opinião de que Luís desistirá do estudo é conclusão precipitada”.
     Assim como alguns verbos exigem objeto que lhes complete o sentido, há algumas palavras que necessitam de outras que lhes completem o sentido. Assim, pode-se à semelhança dos verbos, perguntar: acordo de que?; esperançoso de quê?; opinião de quê? (ou sobre o quê?); medo de quê? A reposta a estas perguntas constitui o complemento nominal.
5ª. Predicativas: são aquelas que funcionam como predicativo do sujeito. Exemplos:
“O bom é que você não desconfia nunca”.
“O mal é você ficar de braços cruzados”.
“O certo é que Sérgio não se casará”.
“A falácia é que para ficar rico é preciso ficar pobre”.
Não se deve confundir oração predicativa com oração subjetiva. Exemplos:
É certo que o Vasco não ganhará do Flamengo = subjetiva.
A oração grifada funciona como sujeito
O certo é que o Vasco não ganhará do Flamengo = predicativa
A oração grifada funciona como predicativo do sujeito.
6ª. Apositivas: são aquelas que funcionam como aposto. Exemplos:
“Sua instrução foi única: estudar sempre”.
“Pedi-lhe um favor: que me chamasse às sete horas”.
     O aposto é uma foram de adjunto adnominal, que é constituído de uma palavra ou expressão em aposição, exemplificando um ou vários termos expressos na oração. Note-se nos exemplos que estudar sempre explica a frase inicial, determina qual foi sua instrução; qual foi o favor pedido.

ACESSE: www.aulasdaminhavida.com.br  - PROFESSOR: ELEMAR GOMES

Eclesiastes 1:13

E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.