21 de set de 2014

Planos de aula da 4.ª semana de setembro de 2014 -

   
 Planos de aula
ROSA ELSA
Escola:
ROSA ELSA
Semana:
4ª SETEMBRO/14
Professor: Elemar Gomes
LEITURAS:
Ø VEM AÍ: MUSEU DO GAÚCHO 2014.
ANO: NONO
TURMA: 92
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
CONTEÚDOS
PERÍODO
OBJETIVOS
FIGURAS DE LINGUAGEM:
CONCEITOS + EXERCÍCIOS + TRABALHO
4
- CARACTERIZAR OS TEXTOS DE ACORDO COM O GÉNERO AO QUAL PERTENCEM, IDENTIFICANDO O ASSUNTO, IDEIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS, AS INTENÇÕES DO AUTOR, O PROVÁVEL DESTINATÁRIO E SUAS INFORMAÇÕES PRESSUPOSTAS OU SUBENTENDIDAS. - DESENVOLVER E VALORIZAR OS HÁBITOS DE LEITURA E APRECIAÇÃO CRÍTICA.
ANO: QUARTO
TURMA: 41
CURRÍCULO
CONTÚDOS
PERÍODO
OBJETIVOS
      Ø   ATIVIDADES LÚDICAS:
 Ø   LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTUAL.
  Ø   EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA COM ADIÇÃO E MULTIPLICAÇÃO.
4
ACRESCENTAR, AMPLIAR, ANALISAR,  BRINCAR, COMPREENDER, CONSTRUIR, COORDENAR, CRESCER, DESPERTAR, DIVERTIR, PRATICAR, PROBLEMATIZAR, SOCIALIZAR, USUFRUIR, ...
 
Planos de aula
THEÓPHILO SAUER
Escola: THEÓPHILO SAUER
Semana:
4.ª setembro/14
Professor: Elemar Gomes

  Ø   Vem aí: MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO.
SÉRIE: NONA
Turma: 91
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
       Ø   FIGURAS DE LINGUAGEM: CONCEITOS + EXERCÍCIOS + TRABALHO
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.
SÉRIE: SÉTIMA
Turma: 92
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
FIGURAS DE LINGUAGEM: CONCEITOS + EXERCÍCIOS + TRABALHO
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.
SÉRIE: SEXTA
Turma: 93
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
FIGURAS DE LINGUAGEM: CONCEITOS + EXERCÍCIOS + TRABALHO
4
- Caracterizar os textos de acordo com o género ao qual pertencem, identificando o assunto, ideias principais e secundárias, as intenções do autor, o provável destinatário e suas informações pressupostas ou subentendidas. - Desenvolver e valorizar os hábitos de leitura e apreciação crítica.



FIGURAS DE LINGUAGEM - CONCEITOS - NONOS ANOS



São recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras. 

Figuras de som 
a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais. 
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.” 

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos. 
“Sou um mulato nato no sentido lato 
mulato democrático do litoral.” 

c) paronomásia: consiste na aproximação de palavras de sons parecidos, mas de significados distintos. 
“Eu que passo, penso e peço.” 

Figuras de construção 

a) elipse: consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto. 
“Na sala, apenas quatro ou cinco convidados.” (omissão de havia) 

b) zeugma: consiste na elipse de um termo que já apareceu antes. 
Ele prefere cinema; eu, teatro. (omissão de prefiro) 

c) polissíndeto: consiste na repetição de conectivos ligando termos da oração ou elementos do período. 
“ E sob as ondas ritmadas 
e sob as nuvens e os ventos 
e sob as pontes e sob o sarcasmo 
e sob a gosma e sob o vômito (...)” 

d) inversão: consiste na mudança da ordem natural dos termos na frase. 
“De tudo ficou um pouco. 
Do meu medo. Do teu asco.” 

e) silepse: consiste na concordância não com o que vem expresso, mas com o que se subentende, com o que está implícito. A silepse pode ser: 
• De gênero 
Vossa Excelência está preocupado. 
• De número 
Os lusíadas glorificou nossa literatura. 
• De pessoa 
“O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer essa coisinha verde e mole que se derrete na boca.” 

f) anacoluto: consiste em deixar um termo solto na frase. Normalmente, isso ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra. 
A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa. 

g) pleonasmo: consiste numa redundância cuja finalidade é reforçar a mensagem. 
“E rir meu riso e derramar meu pranto.” 

h) anáfora: consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases. 
“ Amor é um fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer” 

Figuras de pensamento 
a) antítese: consiste na aproximação de termos contrários, de palavras que se opõem pelo sentido. 
“Os jardins têm vida e morte.” 

b) ironia: é a figura que apresenta um termo em sentido oposto ao usual, obtendo-se, com isso, efeito crítico ou humorístico. 
“A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças.” 

c) eufemismo: consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca; em síntese, procura-se suavizar alguma afirmação desagradável. 
Ele enriqueceu por meios ilícitos. (em vez de ele roubou) 

d) hipérbole: trata-se de exagerar uma idéia com finalidade enfática. 
Estou morrendo de sede. (em vez de estou com muita sede) 

e) prosopopéia ou personificação: consiste em atribuir a seres inanimados predicativos que são próprios de seres animados. 
O jardim olhava as crianças sem dizer nada. 


f) gradação ou clímax: é a apresentação de 
idéias em progressão ascendente (clímax) ou descendente (anticlímax) 
“Um coração chagado de desejos 
Latejando, batendo, restrugindo.” 

g) apóstrofe: consiste na interpelação enfática a alguém (ou alguma coisa personificada). 
“Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus!” 

Figuras de palavras 
a) metáfora: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de similaridade entre o sentido próprio e o sentido figurado. A metáfora implica, pois, uma comparação em que o conectivo comparativo fica subentendido. 
“Meu pensamento é um rio subterrâneo.” 
b) metonímia: como a metáfora, consiste numa transposição de significado, ou seja, uma palavra que usualmente significa uma coisa passa a ser usada com outro significado. Todavia, a transposição de significados não é mais feita com base em traços de semelhança, como na metáfora. A metonímia explora sempre alguma relação lógica entre os termos. Observe: 
Não tinha teto em que se abrigasse. (teto em lugar de casa) 

c) catacrese: ocorre quando, por falta de um termo específico para designar um conceito, torna-se outro por empréstimo. Entretanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que ele está sendo empregado em sentido figurado. 
O pé da mesa estava quebrado. 

d) antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade: 
...os quatro rapazes de Liverpool (em vez de os Beatles) 

e) sinestesia: trata-se de mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido. 
A luz crua da madrugada invadia meu quarto. 

Vícios de linguagem 
A gramática é um conjunto de regras que estabelecem um determinado uso da língua, denominado norma culta ou língua padrão. Acontece que as normas estabelecidas pela gramática normativa nem sempre são obedecidas pelo falante. 
Quando o falante se desvia do padrão para alcançar uma maior expressividade, ocorrem as figuras de linguagem. Quando o desvio se dá pelo não-conhecimento da norma culta, temos os chamados vícios de linguagem. 

a) barbarismo: consiste em grafar ou pronunciar uma palavra em desacordo com a norma culta. 
pesquiza (em vez de pesquisa) 
prototipo (em vez de protótipo) 

b) solecismo: consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática. 
Fazem dois meses que ele não aparece. (em vez de faz ; desvio na sintaxe de concordância) 

c) ambigüidade ou anfibologia: trata-se de construir a frase de um modo tal que ela apresente mais de um sentido. 
O guarda deteve o suspeito em sua casa. (na casa de quem: do guarda ou do suspeito?) 

d) cacófato: consiste no mau som produzido pela junção de palavras. 
Paguei cinco mil reais por cada. 

e) pleonasmo: consiste na repetição desnecessária de uma idéia. 
A brisa matinal da manhã deixava-o satisfeito. 

f) neologismo: é a criação desnecessária de palavras. 
Segundo Mário Prata, se 
adolescente é aquele que está entre a infância e a idade adulta, envelhescente é aquele que está entre a idade adulta e a velhice. 

g) arcaísmo: consiste na utilização de palavras que já caíram em desuso. 
Vossa Mercê me permite falar? (em vez de você) 

h) eco: trata-se da repetição de palavras terminadas pelo mesmo som. 
O menino repetente mente alegremente.

i) hipálage: É uma figura de linguagem que se caracteriza pelo desajustamento entre a função gramatical e a função lógica das palavras, quanto à semântica, de forma a criar uma transposição de sentidos. Uma das formas mais frequentes consiste na atribuição, a umsubstantivo, de uma qualidade (adjectivo) que, em termos lógicos, pertence a outro.
j)hipérbato:(do grego hyperbaton, que ultrapassa) também conhecido como inversão, é uma figura de linguagem que consiste na troca da ordem direta dos termos da oração (sujeito, verbo, complementos, adjuntos) ou de nomes e seus determinantes.
Exemplos:
A)    "Aquela triste e leda madrugada" (Luís Vaz de Camões)
B)    "Não a Ti, Cristo, odeio ou te não quero." (Fernando Pessoa)
C)    "Do que a terra mais garrida / Teus risonhos, lindos campos têm mais flores" (Osório Duque Estrada, em Hino Nacional Brasileiro)
D)    "Não é que o meu o teu sangue / Sangue de maior primor." (Alexandre Herculano)
E)    Dança, à noite, o casal de apaixonados no clube.
F)    Aves, desisti de as ter!
G)    Das minhas coisas cuido eu!
 
l)assíndeto: é uma figura de estilo que consiste na omissão das conjunções ou conectivos (em geral, conjunções copulativas), resultando no uso de orações justapostas ou orações coordenadas assindéticas, separadas por vírgulas.
A)    "Soltei a pena, Moisés dobrou o jornal, Pimentel roeu as unhas" (Graciliano Ramos)
B)    Peguei o exercício, levei-o para casa, li, reli, voltei à escola, briguei com a professora, fui à direção, reclamei a falta de conectivo.

Por Marina Cabral 
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura 




FIGURAS DE LINGUAGEM - EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO - NONOS ANOS


Exercício 1:
No enunciado: “Virgílio, traga-me uma coca cola bem gelada!”, registra-se uma figura de linguagem denominada:
A)                   anáfora
B)                   personificação
C)                   antítese
D)                  catacrese
E)                   metonímia                                                                                

Exercício 2:
Quando você  afirma que enterrou “no dedo um alfinete”, que embarcou “no trem” e que serrou “os pés da mesa”, recorre a um tipo de figura de linguagem denominada:
A)                   metonímia
B)                   antítese
C)                   paródia
D)                  alegoria (Expressão do pensamento ou da emoção)
E)                   catacrese                                                    ACESSE O CONTEÚDO NO BLOG: WWW.AULASDAMINHAVIDA.BLOGSPOT.COM

Exercício 3:
No sintagma: “Uma palavra branca e fria”, encontramos a figura denominada:
A)                   sinestesia
B)                   eufemismo
C)                   onomatopéia
D)                  antonomásia
E)                   catacrese

Exercício 4:
Nos versos: “Bomba atômica que aterra
Pomba atônita da paz
Pomba tonta, bomba atômica…”
A repetição de determinados elemento fônicos é um recurso estilístico denominado:
A)                   hiperbibasmo
B)                   sinédoque (A cidade mobilizou-se para ajudar os desabrigados, usou-se cidade [todo] em lugar de habitantes)
C)                   metonímia
D)                  aliteração
E)                   metáfora

Exercício 5:
Leia os versos e depois assinale a alternativa correta:
“Amo do nauta o doloroso grito
Em frágil prancha sobre o mar de horrores,
Porque meu seio se tornou pedra,
Porque minh’alma descorou de dores.” (Fagundes Varela)
No primeiro verso, há uma figura que se traduz por:
A)                   pleonasmo
B)                   hipérbato
C)                   gradação
D)                  anacoluto
E)                   anáfora

Exercício 6:
Leia atentamente os períodos:
Vários de nós ficamos surpresos.
Essa gente está furiosa e com medo; por consequência, capazes de tudo.
Tua mãe, não há idade nem desgraça que lhe transforme o sorriso.
Entre elas, alguém estava envergonhada.
Os períodos aça contêm, respectiva e sucessivamente, as seguintes figuras de sintaxe:
A)                   Silepse de pessoa, silepse de gênero, anacoluto, silepse de número.
B)                   Anacoluto, anacoluto, anacoluto, silepse de número.
C)                   Silepse de número, silepse de pessoa, anacoluto, anacoluto.
D)                  Silepse de pessoa, silepse de número, anacoluto, silepse de gênero.
E)                   Silepse de pessoa, anacoluto, silepse de gênero, anacoluto.


Exercício 7:
Reconheça e classifique as figuras de palavras, de construção e de pensamento:
(   ) “Quando uma lousa cai sobre um cadáver mudo”.
(   ) “Terrível hemorragia de sangue”.
(   ) “Das idades através”.
(   ) “Oxalá tenham razão”.
(   ) “Trejeita, e canta, e ri nervosamente”.
(1) Polissíndeto
(2) Hipérbato
(3) Epíteto
(4) Pleonasmo
(5) Elipse
A sequência que corresponde à resposta correta é:
A)                   4,3,5,2,1
B)                   3,4,2,1,5
C)                   3,4,2,5,1
D)                  3,4,5,2,1
E)                   1,3,2,5,4



Exercício 8:
Identifique os recursos estilísticos empregados no texto:
“Nem tudo tinham os antigos, nem tudo temos, os modernos”. (Machado de Assis)
A)                   anáfora – antítese – silepse
B)                   metáfora – antítese – elipse
C)                   anástrofe (Inversão)– antítese – zeugma
D)                  pleonasmo – antítese – silepse
E)                   anástrofe – comparação – parábola

Exercício 9:
Nos versos abaixo, uma figura se ergue graças co conflito de duas visões antagônicas:
“Saio do hotel com quatro olhos,
- Dois do presente,
- Dois do passado.”
Esta figura de linguagem recebe o nome de:
A)                   metonímia
B)                   catacrese
C)                   hipérbole
D)                  antítese
E)                   hipérbato

Exercício 10:
Identifique a figura de linguagem empregada nos versos destacados:
“No tempo de meu Pai, sob estes galhos,
Como uma vela fúnebre de cera,
Chorei bilhões de vezes com a canseira
De inexorabilíssimos trabalhos!”
A)                   antítese
B)                   anacoluto
C)                   hipérbole
D)                  litotes (É uma figura de linguagem em que uma suavização é feita pela negação do contrário. Para que não se diga, por exemplo, que determinado indivíduo é burro, diz-se que é pouco inteligente)
E)                   paragoge (Figura linguística em que ocorre o acréscimo de letra ou sílaba no final de uma palavra (casa = casebre; cânon=cânone)

Exercício 11:
A figura de linguagem empregada nos versos em destaque é:
“Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável)
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!”
A)                   clímax
B)                   eufemismo
C)                   sínquise
D)                  catacrese
E)                   pleonasmo

Exercício 12:
Em cada um dos períodos abaixo ocorre uma silepse. Marque a alternativa que classifica corretamente cada uma delas.
“Está uma pessoa ouvindo missa, meia-hora o cansa e atormenta e faz romper em murmurações”.
“E todos assim nos distraímos nesses preparativos”. (Aníbal Machado)
“A multidão vai subindo, subiram, subiram mais”. (Murilo Mendes)
A)                   silepse de gênero, silepse de número, silepse de número.
B)                   silepse de pessoa, silepse de número, silepse de pessoa.
C)                   silepse de gênero, silepse de pessoa, silepse de pessoa.
D)                  silepse de gênero, silepse de pessoa, silepse de número.
E)                   silepse de número, silepse de pessoa, silepse de gênero.

BOA SORTE!


RESPOSTAS:
1.       E
2.       E
3.       A
4.       D
5.       B
6.       D
7.       C
8.       A
9.       D
10.   C
11.   B
12.   D


                                                                                

Eclesiastes 1:13

E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.