29 de mar de 2012

Jesus disse:


"E
 se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (2Crônicas 7:14)
 
JESUS!

25 de mar de 2012

UMA GRANDE VERDADE HÁ SER DESCOBERTA POR VOCÊ!


CLIQUE NA IMAGEM!

ATENÇÃO PESSOAL DA TURMA 26:


ATENÇÃO PESSOAL DA TURMA 26, DE LITERATURA DA ESCOLA CIMOL:


ESTOU ADIANDO O TRABALHO SOBRE O BARROCO PARA O DIA 13/04, QUE HAVÍAMOS COMBINADO PARA A PRÓXIMA AULA (DIA 30/03).


MAIS DETALHES: E-MAIL: elfg2007@hotmail.com 

Especial para a turma 26 - Literatura



AULA DE LITERATURA – TURMA: 26
PROFESSOR: ELEMAR GOMES – ACESSE: www.aulasdaminahvida.blogspot.com
Retrato do Padre António Vieira, de autor desconhecido do início do século XVIII.
Nascimento6 de fevereiro de 1608
Lisboa
Morte18 de julho de 1697 (89 anos)
Salvador
NacionalidadePortuguês
OcupaçãoReligiosoescritor e orado
António Vieira ou Antônio Vieira (Lisboa6 de fevereiro de 1608 — Bahia18 de Julho de 1697) foi um religiosoescritor e orador  português da Companhia de Jesus. Um dos mais influentes personagens do século XVII em termos de política, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu infatigavelmente os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).
António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos(judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Na literatura, seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português. As universidades frequentemente exigem sua leitura.

Biografia
Nascido em lar humilde, na Rua do Cônego, perto da Sé, em Lisboa, foi o primogênito de quatro filhos de Cristóvão Vieira Ravasco, de origem alentejana(região de Portugal), cuja mãe era filha de uma mulata ou africana, e de Maria de Azevedo, lisboeta. Cristóvão serviu na Marinha Portuguesa e foi, por dois anos, escrivão da Inquisição. Mudou-se para o Brasil em 1609, para assumir cargo de escrivão em Salvador, mandando vir à família em1618.

No Brasil
António Vieira chegou à Bahia com seis anos de idade. Fez os primeiros estudos no Colégio dos Jesuítas em Salvador, onde, principiando com dificuldades, veio a tornar-se brilhante aluno. Ingressou na Companhia de Jesus como noviço em maio de 1623.
Em 1624, quando na invasão holandesa de Salvador, refugiou-se no interior da capitania, onde se iniciou a sua vocação missionária. Um ano depois tomou os votos de castidade, pobreza e obediência, abandonando o noviciado. Prosseguiu os seus estudos em Teologia, tendo estudado ainda LógicaMetafísica e Matemática, obtendo o mestrado em Artes. Foi professor de Retórica em Olinda, ordenando-se sacerdote em 1634. Nesta época já era conhecido pelos seus primeiros sermões, tendo fama de notável pregador.
Quando da segunda invasão holandesa ao Nordeste do Brasil (1630-1654), defendeu que Portugal entregasse a região aos Países Baixos, pois gastava dez vezes mais com sua manutenção e defesa do que o que obtinha em contrapartida, além do fato de que os Países Baixos eram um inimigo militarmente muito superior à época. Quando eclodiu uma disputa entre Dominicanos (membros da Inquisição) e Jesuítas (catequistas), Vieira, defensor dos judeus, caiu em desgraça, enfraquecido pela derrota de sua posição quanto à questão da Região Nordeste do Brasil.



Tarefa: Leitura e exercícios
Texto 1
Ladrões
"Navegava Alexandre-1 em uma poderosa ar­mada pelo mar Eritreu-2 a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreen­deu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofí­cio; porém ele, que não era medroso nem lerdo-3, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é gran­deza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. (...) O ladrão que furta para comer, não vai nem leva ao infer­no; os que não só vão, mas levam, de que eu tra­to, são outros ladrões de maior calibre-4 e de mais alta esfera-5; os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento-6 distingue muito bem São Basílio Magno-7. Não só são ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente-8 merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já-9 com manha-10, já com força roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes-11, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas-12 e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa-13 Grécia que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera-14 a justiça as mesmas afrontas-15. Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão por ter roubado um carneiro; e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes?"          

  VIEIRA, António. Trechos escolhidos. Rio de Janeiro: Agir, 1971.





VOCABULÁRIO:
1.  Alexandre Magno (356-323 a.C.), rei da Macedônia. Com suas conquistas militares, formou um dos maiores impérios da Antiguidade.
2.  nome dado pelos antigos ao Mar Vermelho, ao Oceano Índico e ao Golfo Pérsico
3.  estúpido
4.  importância
5.  nível
6.  categoria              
7.  São Basílio Magno
(329-379)a.C.)foi bispo de Cesaréia       
8.  justificadamente      
9.  já... já: ou... ou          
10. malícia, astúcia         
11. filósofo grego (413-327 a.C.)
12. autoridades
13. afortunada, feliz
14. padecesse, sofresse
15. insultos, ultrajes




Agora responda em seu caderno.

1)Explique o sentido que esta passagem tem no texto: "O roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres".

2)Por que, segundo o autor, os ladrões "de maior cali­bre" não só vão mas levam ao inferno?

3)Contrapondo os pequenos aos grandes ladrões, diz o autor: "os outros, se furtam, são enforcados; estes fur­tam e enforcam". Além do roubo, que outro grave de­lito aponta Vieira nos grandes ladrões?

4)Uma das passagens transcritas a seguir, por seu senti­do genérico, contém a ideia central desenvolvida pelo autor. Assinale-a e justifique sua resposta:
a)(   ) "Os outros ladrões roubam um homem, estes rou­bam cidades e reinos..."
b)(   ) "Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos!"
c)(   ) "O roubar pouco é culpa, o roubar muito é gran­deza..."

5)Transcreva do texto passagens que comprovem as se­guintes etapas do raciocínio de Vieira:
a) Começa o texto com a narração de um caso particular.
b) A partir desse caso, extrai uma ideia de valor geral a ser desenvolvida no resto do texto.

Literatura/Barroco/segunda-série/ Professor: Elemar Gomes

LITERATURA TURMA: 26




BENTO TEIXEIRA 
Veio cedo para o Brasil; formou-se no Colégio da Bahia, onde foi professor de primeiras letras.
 
Assassinou a mulher em 1594; fugindo à prisão, refugiou-se em Pernambuco, no convento dos beneditinos, em Olinda.
 

 
A redação de Prosopopéia aconteceu durante o isolamento no convento. Tudo indica que o motivo não era outro senão o de agradar os poderosos, principalmente Jorge de Albuquerque Coelho, donatário da Capitania de Pernambuco.
 

PROSOPOPÉIA 
POEMA ÉPICO – Poemeto épico, em 94 estâncias (o mesmo que estrofe) de oitava-rima (as estrofes de oito versos têm os dois últimos rimando entre si), em versos decassílabos (dez sílabas métricas), conforme ensinava Camões, em Os Lusíadas. 

O livro conta os feitos históricos de Jorge de Albuquerque Coelho, governador de Pernambuco, a quem o autor pretendia agradar.
 

A imitação de Os Lusíadas é freqüente, desde a estrutura até as construções sintáticas. Isto tirou da obra o valor literário que, porventura, pudesse ter, ficando a fama histórica de ser o livro inaugurador do Barroco brasileiro.
 

Considerado o primeiro poema épico de nossa literatura.
 

Considerado poema laudatório (que contém louvor).
 
 
Personagens de Prosopopéia: 

a) Proteu (narrador). Na mitologia grega, “Proteu” é deus marinho, capaz de se transformar em animais, em água e em fogo.
 

b) Jorge de Albuquerque (herói).
 

GREGÓRIO DE MATOS 

Autores do Barroco
Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador, Bahia, em 7 de abril de 1636. Faleceu em Pernambuco, em 1696. 
 
De família abastada, Gregório estudou com os jesuítas de Salvador. Em 1650, com 14 anos, embarcou para Portugal (Lisboa), aonde foi com o propósito de estudar Direito.
 

Matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde se formou em julho de 1661 e passou a exercer a magistratura.
 

Interrompeu a carreira de juiz para voltar ao Brasil (por volta de 1680). Supõe-se que, nessa altura, já teria feito conhecer o seu talento de repentista e zombeteiro.

POESIA SATÍRICA – Apesar de ter exercido funções religiosas e de ter um irmão padre (Eusébio de Matos), Gregório não perdoa a Igreja Católica baiana: faz sátiras ferinas contra padres e freiras, chegando mesmo a usar palavrões em pleno século XVII. 

E nos frades há manqueiras?... Freiras...
 
E que ocupam os serões?... Sermões.
 
Não se ocupam em disputas?... Putas.
 
Com palavras dissolutas
 
Me concluís, na verdade,
 
Que as lidas todas de um frade
 
São freiras, sermões e putas.
 

Veja o que disse o poeta sobre a Sé da Bahia, órgão central da Igreja Católica no Brasil:
 

A nossa Sé da Bahia,
 
com ser um mapa de festas,
 
é um presepe de bestas,
 
se não for estrebaria.
 

Várias bestas cada dia,
 
vemos que o sino congrega:
 
Caveira, mula galega,
 
o Deão, burrinha parda,
 
Pereira, besta de albarda,
 
tudo para a Sé agrega.
 

Depois de ridicularizar a Igreja Católica, Gregório voltou sua pena satírica contra o governador-geral da Bahia, Antônio de Sousa Meneses, que esteve à frente do governo de maio de 1682 a junho de 1684.



AULAS DA SEMANA - CIMOL - PROFESSOR: ELEMAR GOMES



PLANOS DE AULA
Escola: CIMOL
Semana: 5.ª DE MARÇO
Professor: ELEMAR

SEMESTRE: I.º
INFO 11 M
Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA I
Conteúdos a serem ministrados
Períodos
Objetivos
MORFOLOGIA –CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO(Traga o livro didático para a próxima aula).
5
CONHECER, APERFEIÇOAR, CRESCER, CONSTRUIR, APRESENTAR, AVALIAR,...
SEMESTRE: I.º
INFO 11 T
Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA I
Conteúdos a serem ministrados
Períodos
Objetivos
MORFOLOGIA –CORREÇÃO DOS EXERCÍCIOS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO(Traga o livro didático para a próxima aula).
5
CONHECER, APERFEIÇOAR, CRESCER, CONSTRUIR, APRESENTAR, AVALIAR,...
Série: SEGUNDA
T.
Disciplina: LITERATURA
Conteúdos a serem ministrados
Períodos
Objetivos
FASE LITERÁRIA: BARROCO: TRABALHO DE 2,0

2
CONHECER, APERFEIÇOAR, CRESCER, CONSTRUIR, APRESENTAR, AVALIAR,...

ESPECIAL PARA A TURMA 26 DE LITERTURA

LIVRO DE LEITURA DA TURMA 26 - LITERATURA
TRILOGIA: O TEMPO E O VENTO
CAPÍTULO: UM CERTO CAPITÃO RODRIGO - ERICO VERISSIMO
CLIQUE SOBRE A IMAGEM

ESPECIAL PARA A TURMA INFO 11 M - PORTUGUÊS -


ÉRICO VERÍSSIMO - trecho de 'O tempo e o vento'

Érico Veríssimo

(...)
D. Henriqueta começou a servir o chimarrão ao marido e aos filhos.  A cuia passou de mão em mão, a bomba andou de boca em boca.  Mas ninguém falava.

Maneco apagou a lamparina, e a luz alaranjada ali dentro da cabana de repente se fez cinzenta e como que mais fria.  As sombras desapareceram do pano onde Ana tinha fito o olhar.  Ela então ficou vendo apenas o que havia nos seus pensamentos.  Seus irmãos tinham levado Pedro para bem longe;  três cavalos e três cavaleiros andando na noite.

Pedro não dizia nada, não fazia nenhum gesto, não procurava fugir, sabia que era seu destino ser morto e enterrado ao pé de uma árvore.

Ana imaginou Horácio e Antônio cavando uma sepultura, e o corpo de Pedro estendido no chão ao pé deles, coberto de sangue e sereno.  Depois os dois vivos atiraram o morto na cova e o cobriram com terra.  Bateram a terra e puseram uma pedra em cima.  E Pedro lá ficou no chão frio, sem mortalha, sem cruz, sem oração, como um cachorro pesteado.

Agora estava tudo perdido. Seus irmãos eram assassinos.  Nunca mais poderia haver paz naquela casa.  Nunca mais eles poderiam olhar direito uns para os outros.  O segredo horroroso havia de roer para sempre a alma daquela gente.  E a lembrança de Pedro ficaria ali no rancho, na estância e nos pensamentos de todos, como uma assombração.

Ana pensou então em matar-se.  Chegou a pegar o punhal que o índio lhe dera, mas compreendeu logo que não teria coragem de meter aquela lâmina no peito e muito menos na barriga, onde estava a criança.
Imaginou a faca trespassando o corpo do filho e teve um estremecimento, levou ambas as mãos espalmadas ao ventre, como para o proteger.  
Sentiu de súbito uma inesperada, esquisita alegria ao pensar que dentro de suas entranhas havia um ser vivo, e que esse ser era seu filho e filho de Pedro, e que esse pequeno ente havia de um dia crescer...

Mas uma nova sensação de desalento gelado a invadiu quando ela imaginou o filho vivendo naquele descampado, ouvindo o vento, tomando chimarrão com os outros num silêncio de pedra, a cara, as mãos, os pés encardidos de terra, a camisa cheirando a sangue de boi (ou sangue de gente?).

O filho ia ser como o avô, como os tios.  E um dia talvez se voltasse também contra ela.  Porque era "filho das macegas", porque não tinha pai.

Tremendo de frio Ana Terra puxou as cobertas até o queixo e fechou os olhos

AULAS DA 5.ª SEMANA DE MARÇO



Escola: RODOLFO
Semana:
5.ª MARÇO/12
Professor: Elemar Gomes


Série: OITAVA
Turma: 81
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
OBS.: HQS – histórias em quadrinho - entrega: 30/03;
·         Regência verbal e nominal – conceitos, exemplos, exercícios  e Trabalho;
·         Correção dos temas de casa;
·         Não esqueça do LIVRO DE LEITURA(02/04).

5
Conhecer, desenvolver, perceber, reconhecer...
Série: OITAVA
Turma: 82
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
OBS.: HQS – histórias em quadrinho - entrega: 30/03;
·         Regência verbal e nominal – conceitos, exemplos, exercícios  e Trabalho;
·         Correção dos temas de casa;
·         Não esqueça do LIVRO DE LEITURA(02/04).
5
Conhecer, desenvolver,  perceber, reconhecer...
Série: SÉTIMA
Turma: 71
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
BIOGRAFIAS E AUTOBIOGRAFIAS - ENTREGA: A e B
·         EXERCÍCIOS SOBRE OBJETOS, FORMAS VERBAIS, V.IRREGULARES E USO DE G E J.
·         FILME: ROMEU + JULIETA
·         Não esqueça do LIVRO DE LEITURA(02/04).

5
Conhecer, desenvolver,  perceber, reconhecer...
Série: SÉTIMA
Turma: 72
Disciplina: PORTUGUÊS
Conteúdos
Período
Objetivos
BIOGRAFIAS E AUTOBIOGRAFIAS - ENTREGA: A e B
·         EXERCÍCIOS SOBRE OBJETOS, FORMAS VERBAIS, V.IRREGULARES E USO DE G E J.
·         FILME: ROMEU + JULIETA
·         Não esqueça do LIVRO DE LEITURA(02/04).
5
Conhecer, desenvolver,  perceber, reconhecer...

Eclesiastes 1:13

E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.