16 de set de 2019

REFORMA ORTOGRÁFICA - USO DO HÍFEN

Novo Acordo Ortográfico: Uso do Hífen

Com o Novo Acordo Ortográfico, algumas das regras do uso do hífen foram alteradas, causando um nó na cabeça das pessoas, principalmente daquelas que aprenderam a ler e escrever antes da reforma ortográfica entrar em vigor.
Foi exatamente por isso que resolvemos descrever aqui, as novas regras do uso do hífen, para que qualquer pessoa possa sanar suas dúvidas.
Atenção! As regras detalhadas aqui referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou elementos que podem funcionar como prefixos. Exemplo: anti, além, auto, co, extra, hidro, etc.
hifen-01.2

1. Palavra iniciada com H

Com prefixos (anti, co, mini, super, etc.), sempre se utiliza o hífen quando a segunda palavra/elemento for iniciado com H (hotel, herdeiro, herói, humano, etc.).

Veja alguns exemplos:

  • anti-higiênico
  • anti-herói
  • co-herdeiro
  • mini-hotel
  • sobre-humano
  • super-homem

Mas Atenção!
 A exceção a essa regra é a palavra “subumano, onde, na junção do “sub” + “humano”, a palavra humano perde o H.
hifen-02

2. Vogais diferentes

Como o Novo Acordo Ortográfico, não se usa mais o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia a segunda palavra/elemento.
Um exemplo disso é a palavra aeroespacial, a qual é formada pela preposição “aero” (que termina com o) + “espacial” (que começa com e). Como a vogal que termina o prefixo (“o”) e que começa a palavra (“e”) são diferentes, não se utiliza o hífen.

Veja abaixo outros exemplos:

  • agroindustrial
  • antiaéreo
  • autoaprendizagem
  • autoestrada
  • coautor
  • infraestrutura
  • plurianual
  • semiaberto

Mas atenção!
 O prefixo “CO” junta-se com a segunda palavra mesmo quando ela iniciar com O. Exemplos: coordenar, cooperar, cooperação.
hifen-03

3. Consoante inicial diferente de R ou S

Mais uma regrinha que fala sobre quando não usar o hífen. Nesse caso, quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento/palavra começa com um consoante diferente de R ou S, não se utiliza o hífen.
Um bom exemplo dessa regra é a palavra seminovo. Ela é formada pelo prefixo “semi” (que termina com O) + “novo” (que começa com N). Como o prefixo termina com vogal (“i”) e a consoante que começa a segunda palavra (“n”) não é R ou S, não se usa o hífen.

Veja outros exemplos:

  • anteprojeto
  • autopeça
  • geopolítica
  • microcomputador
  • semicírculo
  • ultramoderno

Mas atenção!
 Com o prefixo “VICE sempre se utiliza o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante, vice-presidente, vice-governador.
hifen-04

4. Consoante inicial R ou S

Essa regra complementa a regra anterior. Nos casos onde o prefixo termina com vogal e a segunda palavra/elemento começa com R ou S, essas letras são duplicadas e não se utiliza o hífen.
Por exemplo, a palavra antissocial é formada pelo prefixo “anti” e o elemento/palavra “social”, mas como o prefixo termina em vogal (“i”) e o segundo elemento começa com S, o S é duplicado, formando assim a palavra antiSSocial.

Mais alguns exemplos em que o R ou S são duplicados:

  • antirrábico
  • biorritmo
  • contassenso
  • cosseno
  • microssistema
  • minissaia
  • semirreta
  • ultrarresistente
  • ultrassom
hifen-05

5. Vogais iguais

Outra regra que mostra quando se utiliza o hífen. Quando o prefixo terminar com a mesma vogal com que o segundo elemento/palavra começa, sempre se utiliza o hífen.
Um exemplo dessa regra é a palavra anti-inflamatório. Perceba que o prefixo “anti” termina com a mesmo vogal que a palavra “inflamatório” começa, ou seja, a vogal I. Quando isso acontece, sempre devemos utilizar o hífen.

Veja outros exemplos em que o hífen é utilizado:

  • anti-inflacionário
  • auto-observação
  • contra-ataque
  • micro-ondas
  • micro-ônibus
  • semi-interno

6. Consoantes iguais

Quando o prefixo termina com consoante, se a segunda palavra/elemento começar com a mesma letra, utiliza-se o hífen.
Um bom exemplo dessa regra é a palavra inter-regional. No caso, o prefixo “inter” termina com R e a palavra “regional” também começa com R, formando a palavra “inteR-Regional”,  por isso é obrigatória a utilização do hífen entre elas.

Veja mais exemplos dessa regra:

  • inter-racial
  • sub-bibliotecário
  • super-resistente
  • super-romântico
Lembre-se, nos demais casos, onde as consoantes não são iguais, não se utiliza o hífen. Exemplo: hipermercado, intermunicipal, superproteção

Mas atenção! Essa regra possui algumas exceções:

  • No caso do prefixo SUB, usa-se o hífen também diante de palavras iniciadas com R. Exemplo: sub-região, sub-regimento, etc.
  • No caso dos prefixos CIRCUM e PAN, também utiliza-se o hífen se a segunda palavra começar com M, N ou VOGAL. Exemplo: circum-navegação, pan-americano, etc.
hifen-07

7. Consoante com vogal

Essa regra fica quase que subentendida pelas outras regras, mas é sempre bom enfatizar. Quando o prefixo terminar em consoante e a segunda palavra/elemento começar com vogal, não se usa o hífen.
Por exemplo, a palavra hiperativo é formada pelo prefixo “hiper” (que termina com a consoante R) e a palavra “ativo” (que começa com a vogal A), por isso ela não recebe hífen.

Veja outros exemplos do uso dessa regra:

  • hiperacidez
  • interescolar
  • interestelar
  • superaquecimento
  • superexigente
  • superinteressante
hifen-08

8. Utilização obrigatória

Com o Novo Acordo Ortográfico tornou-se obrigatória a utilização do hífen após certos prefixos, sendo eles: ex, sem, além, aquém, recém. pós, pré e pró.
Ou seja, toda vez que você utilizar esses prefixos para formar uma palavra, você precisa usar o hífen.

Veja alguns exemplos com cada um desses prefixos:

  • ex-aluno, ex-presidiário, ex-presidente
  • sem-terra, sem-teto
  • além-mar, além-túmulo
  • aquém-mar
  • recém-casado, recém-nascido
  • pós-graduação, pós-doutorado
  • pré-vestibular, pré-adolescente
  • pró-europeu
hifen-09

9. Origem tupi-guarani

No Novo Acordo Ortográfico foi determinado que quando forem utilizados os sufixos de origem tupi-guarani açu, guaçu e mirim, é obrigatória a utilização do hífen.
Cabe ressaltar que essa regra diz respeito ao uso de SUFIXOS, ou seja, a parte utilizado no final da palavra. Exemplos de palavras formadas com esses sufixos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
hifen-10

10. Encadeamentos vocálicos

Essa regra é uma das poucas regras do Novo Acordo Ortográfico que não falam sobre a utilização de prefixos. Ela estabeleceu que deve-se utilizar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam para formar encadeamentos vocálicos.
Portanto quando as palavras aglutinadas não formarem um vocábulo, ou seja, uma nova palavra, deve-se utilizar o hífen. Veja abaixo alguns exemplos:
  • Rio-Niterói
  • Rio-São Paulo
  • Sampa-Sul
hifen-11

11. Usualidade

Algumas palavras anteriormente formadas/compostas pela junção de duas ou mais palavras ficaram tão comuns na língua portuguesa que o Novo Acordo Ortográfico definiu que elas não devem mais ser escritas com o hífen.
Ou seja, não se usa mais o hífen em palavras que perderam a noção de composição.

Veja alguns exemplos:

  • girassol
  • madressilva
  • mandachuva
  • paraquedas
  • paraquedista
  • pontapé
hifen-12

12 – Separação silábica

Essa regra diz respeito à separação silábica dos textos manuscritos. Com o Novo Acordo Ortográfico ficou definido que, para ajudar na clareza gráfica dos textos, se no final da linha a separação de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.
Ou seja, quando você estiver escrevendo uma redação ou texto à mão, na hora de separar as sílabas de uma palavra porque ela não coube inteira no final da linha, se essa separação coincidir com o hífen, como quando utilizamos a ênclise (pronome colocado após o verbo: diz-se, fala-se, etc.), o hífen deve ser repetido no começo da próxima linha.

Veja o exemplo abaixo:

Na cidade contava
se que ele fugiu de casa.
O diretor recebeu os ex
alunos de braços abetos.

Concluindo…

E ai, conseguiu entender tudo? Deixe seu comentário com sua opinião sobre essas novas regras!
Bem, essa foram as regras de acentuação acrescentadas e/ou modificadas pelo Novo Acordo Ortográfico. Para mais informações sobre outras mudanças trazidas pela reforma ortográfica, visite os artigos abaixo:

12 de ago de 2019

FIC - COMO AVALIAR UM ARTIGO CIENTÍFICO


COMO AVALIAR UM ARTIGO CIENTÍFICO


TÍTULO – 5%

- Considere se o título se relaciona precisamente com o assunto do
trabalho.
- Ele reflete adequadamente a proposta, o desenho experimental, os
resultados e a conclusão do estudo?

RESUMO – 15%

- O resumo deve conter objetivo, relevância do tema, metodologia e
resultados finais.
- Abaixo do resumo põem-se as palavras-chaves (no mínimo três e no
máximo cinco, variando em cada período) que devem identificar o
objetivo do texto.
- Verifique se a declaração do objetivo, no resumo, combina com o
objetivo da introdução.
- O resumo é sucinto, claro e compreensível.

INTRODUÇÃO – 20%

- Verifique se a declaração do objetivo, no final da introdução combina
com o objetivo do resumo.
- Todas as seqüências das afirmações, na introdução, conduzem
diretamente à finalidade do estudo?

MÉTODOS – 20%

- Revise os métodos com relação ao objetivo do estudo. São todos
válidos no estudo desse problema?
- Os métodos, no que diz respeito à informação essencial, poderiam ser
reproduzidos a partir da informação apresentada?
- A seleção de amostragem está adequada?
- O modelo experimental é apropriado?
- Caso, o artigo utilize técnicas estatísticas elas estão apropriadas para o
desenho experimental?
- A sequência das informações da metodologia podem ser subdivididos
para maior clareza?

RESULTADO – 20%

- Examine os dados apresentados nas tabelas e figuras. O título e as
legendas descrevem o conteúdo? São os títulos e subtítulos das colunas
precisos? Os dados estão organizados para facilitar as comparações a
interpretações?
- Revise os resultados apresentados no texto contra os contidos nas
tabelas e figuras. O texto complementa ou apenas repete os dados?
Ocorrem discrepâncias entre os resultados constantes no texto e nas
tabelas?
- Revise os cálculos e a apresentação dos dados.
- Verifique os resultados à luz do objetivo proposto. O estudo condiz com
o plano do pesquisador?
- A importância dos resultados para o conhecimento da área é
comentada?
- O autor faz discussões com referências apropriadas?

GENERALIDADES – 15%

- Confronte a interpretação contra os resultados. A discussão repete
meramente os resultados? A interpretação surge de maneira lógica dos
dados? Foram enumeradas as deficiências da pesquisa?
- Compare a interpretação com os estudos citados no artigo. A
interpretação discorda ou afirma com a de outros pesquisadores da
área?
- Considere a pesquisa publicada sobre este tópico: todos os estudos
básicos foram considerados?
- Ao direcionar a pesquisa para um futuro, o autor sugere um
aprofundamento na pesquisa?
- Considere o periódico para o qual o artigo foi escrito. Os tópicos e as
normas do periódico estão sendo cumpridos/
- Releia o sumário. Ele resume o artigo com exatidão?
- Todas as citações estão referenciadas de acordo com as regras da
ABNT?
- Os anexos estão sendo citados e explicitados?

REFERÊNCIAS – 5%

KAYPER, Bárbara J. Cheklist para avaliação de artigo científico. Disponível
em: http://www.ufv.br/dbv/pgfvg/BVE797/checklistartigo_cientifico.htm
Acesso em: 21 out. 2005
ARAÚJO, John F. Como ler um artigo científico. Disponível em:
http://www.cb.ufrn.br/%7Earaujo/aula1.pdf. Acesso em: 21 out. 2005

FIC - ARTIGO: MODELO


INSTITUTO ADVENTISTA CRUZEIRO DO SUL
FEIRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2019





AUTOR(ES)






TÍTULO PRINCIPAL: (EM LETRA MAIÚSCULA)
 Complemento do título (em letra minúscula)







TAQUARA
2019




AUTOR(ES)










TÍTULO PRINCIPAL: (EM LETRA MAIÚSCULA)
 Complemento do título (em letra minúscula)

Trabalho a ser apresentado na Feira de Iniciação Científica no IACS em Taquara.

Orientador(a): Professor + o Nome Completo







TAQUARA
2019


Autor(es) *
Orientador **

Resumo: (mínimo 300 e máximo 450 palavras) Neste trabalho, nosso objetivo é descrever a macroestrutura dos textos legislativos em língua espanhola, mais especificamente, da Argentina, Paraguai e Uruguai. Nosso foco de estudo são as leis e decretos. A justificativa para desenvolver uma pesquisa sobre esse tema se deve à importância do estudo do texto para a identificação de unidades léxicas portadoras de significado especializado, como as Combinatórias Léxicas Especializadas (CLEs). As CLEs são entendidas como unidades sintagmáticas recorrentes nas situações de comunicação de áreas temáticas que revelam preferência marcante por especificidades e por convenções próprias do idioma, da área e/ou do gênero textual em que ocorrem. (Ex: para fins do disposto nesta lei, conforme o artigo, preservar a qualidade ambiental).  Comentaremos as semelhanças e diferenças da macroestrutura para os textos de cada um dos países.  Em seguida, apresentaremos as CLEs identificadas para cada uma das partes e mostraremos a relação existente entre a macroestrutura textual e a função e caracterização das CLEs nestes textos. Utilizaremos como corpora textos legislativos anteriormente compilados. Como fundamentação teórica, baseamo-nos nos pressupostos da Linguística Textual e nas perspectivas comunicativa e textual da Terminologia, bem como nos princípios da Linguística de Corpus. Entre as partes da macroestrutura, podemos encontrar: ementa, considerandos, corpo do texto, revogação, encerramento, sanção e data. A partir dos resultados encontrados, podemos afirmar que a localização de uma CLE em determinada parte da macroestrutura auxilia na identificação de sua função e na comprovação de seu caráter combinatório e especializado. Em síntese, constatamos que o conhecimento da macro e da microestrutura textual é fundamental para a análise no processo de produção e tradução de textos

Palavras-chave: três (3) a cinco (5) palavras que identificam o trabalho

 

1 Introdução

Abaixo colocamos em vermelho as informações para ajudar na formatação e elaboração do seu projeto. Lembre-se, TODAS DEVEM SER APAGADAS SÓ OS TÓPICOS PODEM SER UTILIZADOS.
Descrever o tema do projeto focando a pergunta que se quer responder. O grupo responde O QUE é o trabalho...
Deverá situar o problema, isto é, explicitar o assunto que será estudado e contextualizá-lo com algum problema social, econômico ou tecnológico. NÃO é na introdução que se define o tema do projeto e sim se fornece o contexto do mesmo.
Objetivo. Descrever o objetivo da pesquisa.
Justificativa. Lembre-se a justificativa trata da relevância da pesquisa para a sociedade.
Hipótese. A possível resposta ao problema. Esta poderá ser suprimida se assim o orientador achar melhor.

2 Referencial Teórico (É a pesquisa bibliográfica)

Estabelecer as bases teóricas necessárias para a compreensão do tema.
É o alicerce do seu projeto, pois é a partir de outros autores (livros, revistas, sites etc.) que poderão argumentar sobre a importância do assunto que escolheram.
Os autores citados e seus trabalhos devem estar devidamente contextualizados dentro do foco do projeto, ou seja, não basta citar um autor ou um artigo se não há relevância dentro do projeto.
Use e abuse das palavras de outros autores, mas não cometa o erro de fazer PLÁGIO.

2.1 Subtítulos do Referencial Teórico

É importante sempre seguir as normas de escrita, portanto, se o referencial teórico necessitar ser subdividido use a forma como está apresentado aqui.

3 MATERIAis E MÉTODOS (METODOLOGIA)

Aqui deve estar claro o estudo a ser realizado, as pesquisas de campo, as entrevistas, os questionários, os levantamentos de dados etc.

3.1 Execução do trabalho
Descrever como o trabalho foi executado (as etapas de forma cronológica)

3.2 Caracterização do público pesquisado (para trabalhos com entrevistas ou com público alvo)

É importante que em pesquisas com entrevistas se faça a caracterização do público que foi entrevistado. Aqui é importante que a descrição seja a mais pormenorizada possível.

3.3 Caracterização dos Alunos Participantes (para trabalhos com entrevistas ou com público alvo)

Na forma de análise dos dados coletados é importante que se descreva como os dados obtidos foram tabulados e analisados, isso é importante tanto para pesquisas com entrevistas, quanto para trabalhos experimentais. Isto vai indicar a solidez dos dados obtidos e a veracidade da interpretação demonstrada na discussão dos resultados.

4 RESULTADOS e Discussão (Pode ser junto e de forma sequencial ou separado)

O resultado: é neste momento que os autores devem escrever primeiramente sobre os dados obtidos. Portanto, é importante que se descreva estes dados de forma precisa. Poderão utilizar tabelas e/ou imagens para fazer esta demonstração. Não poupe palavras, é a oportunidade para demonstrar o seu esforço.
A discussão: é aqui que o autor vai manifestar sua interpretação dos dados obtidos. Neste momento se faz necessário que se recorra a corroboração de outros autores para melhor demonstrar que se está no caminho certo.

5 conclusão ou CONSIDERAÇÕES FINAIS


Referências

Abaixo há uma série de exemplos de como se fazer a referência em diferentes casos, lembrando que deve ser em ordem alfabética, com espaço simples.
ALVES, Maria B. M.; ARRUDA, Suzana M. Como elaborar um artigo científico. [S.l., 2012?]. Disponível em: <http://www.artigocientifico.com.br/ArtigoCientifico.pdf> Acesso em: 10 set. 2012.
AMARAL, Rogério do. As contribuições da pesquisa científica na formação acadêmica. Identidade Científica, Presidente Prudente, SP, v. 1, n. 1, p. 64-74, jan./jun.2010. Disponível em: <http://www.unoeste.br/facopp/revista _facopp/IC1/IC16.pdf >. Acesso em: 25 set. 2013.
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida, revista e atualizada. Barueri. Sociedade Bíblica do Brasil. 2012.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Brasília, DF, [2013?]. Disponível em: . Acesso em: 21 ago. 2013.
CRISTALDO, Heloisa. Brasil é responsável por 2,7% da produção científica mundial, destaca presidente da SBPC. Brasília, DF, 22 jul. 2013. Disponível em: . Acesso em: 22 jul. 2013.
DEMO, Pedro. Iniciação científica: razões formativas. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 103-126.
FRISON, Lourdes M. B. Pesquisa como superação da aula copiada. In: MORAES, Roque e LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 143-157.
FURMAN, Melina. Melina Furman: “É preciso ensinar atitudes científicas”: Para a especialista argentina Melina Furman, é fundamental privilegiar a observação, a classificação e a formulação de perguntas para desenvolver o raciocínio. Entrevista concedida a Rita Trevisan. Revista Nova Escola, São Paulo, nov. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 set. 2012.
GESSINGER, Rosária M. Teoria e fundamentação teórica na pesquisa em sala de aula. In: MORAES, Roque e LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p.189-202.
MORAES, Roque. Educar pela pesquisa: exercício de aprender a aprender. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 127-142.
MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria C.; RAMOS, Maurivan G. Pesquisa em sala de aula: fundamentos e pressupostos In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 9-23.
MORAES, Roque. Produção em sala de aula com pesquisa: superando limites e construindo possibilidades. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 203-235.

PRODANOV, Cleber C.; FREITAS, Ernani C. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: FEEVALE, 2013. Disponível em: . Acesso em: 06 nov. 2013.

RABELO, Laudemira Silva. Estrutura e regras para elaboração de artigos científicos. Ouvidoria do Governo de Pernambuco. [S.l., 2012?]. Disponível em: .  Acesso em: 06 nov. 2013.
RAMOS, Maurivan G. Educar pela pesquisa é educar para a argumentação. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 25-49.
RODRIGUES, William C. Metodologia científica. Paracambi, 2007. Disponível em: . Acesso em: 06 nov. 2013.
SCHWARTZ, Suzana. De objetos a sujeitos da relação pedagógica: a pesquisa na sala de aula. In: MORAES, Roque; LIMA, Valderez M. R. (Org.). Pesquisa em sala de aula tendências para a educação em novos tempos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 159-170.
VASCONCELLOS, Ana M. A. e CORREA, Rosália S. A importância do saber científico para a prática profissional. Universidade da Amazônia – UNAMA. [S.l., 2014?]. Disponível em: http://www.nead.unama.br/bibliotecavirtual/revista/adcontar/pdf/adcontar31a6.pdf> Acesso em: 02 abr. 2014.

 




















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Eclesiastes 1:13

E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.